Trilhas cadastradas

Informações gerais:

Nome da Trilha
Transespinhaço
Tipo da Trilha
Trilha Nacional
Início da Trilha
Ouro Branco - MG
Fim da Trilha
Espinosa - MG
Ponto Culminante
Pico do Itambé (2.050m)
Modal(is)
Caminhada
Biomas
Cerrado, Mata Atlântica
Outros biomas
Significado e histórico da Pegada
Para a TESP, foi adotado o uso de logomarcas com pegadas das cores amarelo e preto, a exemplo do que já ocorre em diversas iniciativas de sinalização no Brasil. Os modelos foram desenvolvidos e aperfeiçoados por Hugo de Castro, da Transmantiqueira. A primeira ideia de logomarca para a TESP foi apresentada durante o 1º Seminário e, acatando sugestões do público, foram realizadas alterações, colocadas em votação no período de 24 a 26/07/18, por meio da página da Trilha Transespinhaço no Facebook, para a escolha da pegada que representaria o projeto. Foram computados 257 votos e a pegada vencedora obteve 37,4% do total de votos. A pegada remete a uma sempre-viva, espécie símbolo do Espinhaço, região que abriga o maio número de espécies desta família (Eriocaulaceae) muitas delas endêmicas.
Autor da Pegada
Hugo de Castro e Giselle Melo
Informe o nome da Trilha Regional ou Nacional que essa trilha se integra
Não se aplica
Estruturação da Trilha
Setores e trechos
Associação gestora da trilha
Federação de Montanhismo e Escalada do Estado de Minas Gerais

Atrativos da trilha:

Atrativos
Aspectos históricos , Banho, Cachoeira, Cânions, Cidades históricas, Eventos tradicionais, Experiências gastronômicas, Experiências rurais, Gruta, Mirante, Observação de aves, Observação de fauna, Pico
Outros Atrativos
Campos rupestres quartzíticos e ferruginosos

Ficha técnica:

Distância planejada (km)
1268
Distância Implementada (km)
150
Duração (dias)
70 a 100 dias
Altitude Máxima (m)
2050
Altimetria Positiva (m)
Altimetria Negativa (m)

Mídias sociais:

Facebook
@Trilha Transespinhaco
Instagram
@Trilha Transespinhaco
Youtube
Twitter
WhatsApp
Aplicativos
Outras Mídias Sociais

Contatos:

OBS: As informações solicitadas de contato são do responsável pela trilha e também os contatos corporativos da própria trilha.

Nome do contato principal
Giselle Saraiva de Melo
Telefone do contato principal
31997197478
Endereço de e-mail do contato principal
meninadamontanha@gmail.com
Site
Email corporativo da trilha
trilhatransespinhaco@gmail.com
Endereço
Outros Contatos
André Jean Deberdt - Comitê Gestor da TESP
E-mail: ajdeberdt@gmail.com
Celular: (31) 9 8888-1968

Descrições da trilha:

Descrição da Trilha
A Transespinhaço (TESP) é uma iniciativa voluntária, que conta com a participação de representantes do setor público e da sociedade civil, em especial praticantes do montanhismo, que têm como propósito implantar uma trilha de longo curso ao longo do Espinhaço Mineiro, interligando 48 áreas protegidas, em um trajeto com mais de 1.200 km de extensão, do Quadrilátero Ferrífero, até a o extremo norte de Minas Gerais.
Foi oficialmente criada em 16 de junho de 2018, durante o evento denominado “Primeiro Seminário da Trilha de Longo Curso Mineira Trilha Transespinhaço”, realizado no Instituto de Geociências da Universidade Federal de Minas Gerais (IGC/UFMG). Desde então, diversas pessoas participaram da iniciativa, algumas delas permanecendo firmes aos propósitos almejados, compondo o seu Comitê Gestor.
O traçado da TESP se insere no contexto da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, que abrange o Quadrilátero Ferrífero, de onde partem dois ramais: um primeiro mais ao sul, a partir do Parque Estadual da Serra do Ouro Branco, passando pelos municípios de Ouro Branco, Ouro Preto, Mariana, Santa Bárbara, Barão de Cocais e Caeté. O segundo a oeste, partindo da capital mineira Belo Horizonte, cruzando a Serra do Curral, a cidade histórica de Sabará, a Serra da Piedade, até se encontrar com o ramal principal no município de Nova União. A partir da junção dos dois ramais, segue rumo norte, ao longo de todo o Espinhaço Mineiro, por uma região de altiplanos, em meio aos campos rupestres característicos dessa formação de relevo, que caracteriza a única cordilheira do Brasil.
Informações Gerais
A Cadeia do Espinhaço é um acidente geográfico formado predominantemente por rochas quartzíticas, que se estende da macrorregião sul de Belo Horizonte, até próximo ao limite norte da Bahia com Pernambuco. Apresenta um relevo acidentado, com altitudes geralmente superiores a 1.000m, sendo o Pico do Sol (2.072m) na Serra do Caraça e o Pico do Itambé (2.052m), na região de Serro-MG, suas maiores altitudes. Devido às características climáticas, geológicas e ao seu isolamento, apresenta um elevado grau de endemismo para a fauna e, em especial, para a flora, abrigando em suas belas paisagens rupestres, diversas espécies raras e ameaçadas de extinção.
A Cadeia do Espinhaço encantou viajantes e naturalistas, dentre eles o Barão de Eschwege (que a denominou), von Martius, Peter Lund, Barão de Langsdorff, Auguste de Saint-Hilaire, entre outros que perambularam por suas serras. Abriga ainda uma enorme riqueza histórica e cultural, especialmente no que diz respeito aos ciclos do ouro e diamante, concentrada, principalmente, em cidades históricas como Ouro Preto, Mariana, Serro e Diamantina, sem desmerecer outras tantas ao longo do caminho.
A diretriz de traçado da TESP foi subdividida em seis Setores, de acordo com afinidades regionais. Cada Setor, por sua vez, é subdividido em Trechos, normalmente caracterizados por trilhas que ligam dois locais de referência (povoados, marcos geográficos ou áreas protegidas) ou que atravessam uma determinada unidade de conservação. Os Setores definidos até o momento são os seguintes:
- Conexão BH: abrange trechos da Serra do Curral e da Serra da Piedade, entre a capital mineira e Caeté, na região do Quadrilátero Ferrífero;
- Setor 1, Ouro Branco – Nova União: abrange as serras do Quadrilátero Ferrífero entre os municípios de Ouro Branco e Nova União, até a Fazenda Germana, no limite Sul do PARNA da Serra do Cipó;
- Setor 2, Serra do Cipó - Paraúna: abrange os trechos compreendidos pela APA Morro da Pedreira / PARNA da Serra do Cipó, PE da Serra do Intendente, até o Rio Paraúna, próximo à localidade conhecida como Cemitério do Peixe;
- Setor 3, Diamantina – Sempre Vivas: compreende a macrorregião de Diamantina, do Rio Paraúna, passando por Barão de Guaicuí, Milho Verde, Parque Estadual do Itambé, Parque Estadual do Rio Preto, Parque Estadual do Biribiri, até o limite norte do Parque Nacional das Sempre Vivas;
- Setor 4, Olhos D’Água – Grão Mogol: compreende as regiões abrangidas pelos municípios de Olhos D’Água, Itacarambi, Parque Estadual de Botumirim e Grão Mogol;
- Setor 5, Grão Mogol - Espinosa: compreende as regiões abrangidas pelos Parques Estaduais de Grão Mogol e de Serra Nova e Talhado, até o município de Espinosa.
Como Chegar
O acesso à TESP pode ser feito a partir de Belo Horizonte ou pelas principais cidades ao longo do seu traçado, como: Ouro Branco, Ouro Preto, Mariana, Barão de Cocais, Santana do Riacho (Serra do Cipó), Serro e Diamantina, todas elas com fácil acesso rodoviário.
Histórico
Primeiras Incursões:
O Barão de Eschwege caracterizou e denominou a Cadeia do Espinhaço em 1822. Mas dentre os viajantes e naturalistas que perambularam pelo Brasil afora nos séculos XVIII e XIX, o francês Auguste de Saint-Hilaire (1779-1853) foi o que mais explorou a então província de Minas Gerais, percorrida de norte a sul e de leste a oeste, com uma afeição singular ao povo mineiro, considerado por ele como o mais cordial e hospitaleiro do país. Ao longo de sua viagem ao Brasil, realizada entre os anos de 1816 e 1822, Saint-Hilaire visitou o Distrito Diamantino e galgou os cumes da Serra do Espinhaço. Povos indígenas, bandeirantes e outros viajantes podem ter percorrido roteiros semelhantes, mas nenhum deixou registros tão marcantes da região que abriga a Trilha Transespinhaço, quanto Saint-Hilaire.

Uma Grande Trilha ao Longo da Cadeia do Espinhaço:
A ideia de uma trilha ao longo da Cadeia do Espinhaço não é nova. O saudoso montanhista Sérgio Beck já falava na grande trilha que cruzaria a Serra da Mantiqueira e a do Espinhaço, interligando todas as trilhas existentes, nos anos 1970-1980.
Em 02 de setembro de 2006, uma expedição formada por montanhistas e pesquisadores mineiros, partiu de Ouro Preto - MG com destino à cidade de Diamantina - MG, com o objetivo de estabelecer a maior travessia a pé sobre montanhas do Brasil, realizar levantamento preliminar da biodiversidade dos topos de montanha do Espinhaço e registrar a fauna, a flora, as paisagens e as pessoas encontradas nos caminhos percorridos pela Expedição.
Após 22 dias e 416 km percorridos a pé, a expedição motivou, em 02 de setembro de 2007, a criação da Associação Montanhas do Espinhaço, uma organização civil de direito privado, de base voluntária e caráter socioambiental, sem fins lucrativos, que possuía como objetivo a conservação dos ambientes de montanha ao longo da Cadeia do Espinhaço, a partir da aproximação do homem com a natureza. Embora não concretizado, um de seus projetos foi a Grande Trilha do Espinhaço.

A Organização do Movimento Transespinhaço:
Alguns meses antes da criação do Movimento Trilha Transmantiqueira, o montanhista e ex-chefe do PARNA do Itatiaia, Luiz Aragão, realizou, no mês de agosto de 2017, uma caminhada de 170 km na Cadeia do Espinhaço, do povoado de Cemitério do Peixe, até a vila Serra dos Alves, aonde chegou depois de 10 dias.
Encantado com as belezas do Espinhaço, fez contato com alguns montanhistas de Minas Gerais para discutir as possibilidades de criação de uma trilha Transespinhaço. Em 16 de março de 2018, enviou uma mensagem eletrônica para diversos montanhistas, chefes de unidades de conservação, guias de montanhismo, Centro Excursionista Mineiro (CEM), Federação de Montanhismo e Escalada do Estado de Minas Gerais (FEMEMG), entre outros, que resultou na criação de um grupo de interessados no WhatsApp.
Nesse meio tempo, Aragão conseguiu a adesão de Giselle Saraiva de Melo, então presidente do CEM e da FEMEMG, que, junto com ele, assumiu as rédeas na organização do recém-criado

Movimento Trilha Transespinhaço:
No dia 16/06/18 foi realizado o “1o Seminário da Trilha Transespinhaço, a Trilha de Longo Curso Mineira”. Na pauta, além da apresentação da proposta de criação da TLC Transespinhaço, a apresentação do Sistema Brasileiro de Trilhas de Longo Curso, feita por Pedro da Cunha e Menezes, também um incentivador e apoiador do Projeto. O evento foi o pontapé inicial para a abertura dos trabalhos de implantação da trilha de longo curso e contou com 57 participantes, entre representantes do setor público das esferas federal, estadual e municipal, terceiro setor, iniciativa privada e montanhistas.
Após a realização do Primeiro Seminário em Belo Horizonte, foram realizados novos eventos no âmbito dos Grupos de Trabalho (GT) estabelecidos, voltados para o planejamento das atividades, refinamento do traçado, realização de oficinas de sinalização e sinalização em trechos da trilha previamente mapeados.
Curiosidades
A Cordilheira do Espinhaço, por si só, é o maior dos atrativos da TESP, repleta de paisagens deslumbrantes, extensos campos rupestres quartzíticos e ferruginosos, cachoeiras, cânions, além de uma fauna e flora endêmica.
De maneira geral, a experiência do usuário que visita a Cordilheira do Espinhaço é enriquecida pelos seguintes atributos:
- Beleza cênica dos campos rupestres e das formas de relevo com mais de 2,5 bilhões de anos, considerado um bioma à parte em Minas Gerais;
- Expressivo endemismo da fauna e, principalmente da flora;
- Divisor de águas das bacias do Rio Doce, São Francisco e Jequitinhonha e dos biomas da Mata Atlântica e Cerrado;
- Abundância de cachoeiras e atrativos naturais;
- Concentração de sítios arqueológicos, em especial pinturas rupestres;
- Guardiã das identidades e da cultura mineira e geraizeira, do tropeirismo e de antigas rotas comerciais ligadas ao auge do período da mineração de ouro e diamante.
A TESP é bem mais que uma trilha de 1.200 km interligando unidades de conservação. É um pedaço de cada um de nós representado em uma pegada pintada em um ponto específico de uma das mais belas e únicas formações de relevo do mundo: a Cordilheira do Espinhaço.
Slogan da trilha
Trilha Transespinhaço: o caminho das sempre-vivas
Link do vídeo institucional
Informe a frequência que é realizado o manejo na trilha
Outro
Informe se existe um Sistema de Gestão de Segurança implementado
Não

Territórios:

QTD de municípios que a trilha interliga
40
Listagem municípios
O atual traçado da TESP cruza 40 municípios, a saber:
1. Espinosa
2. Monte Azul
3. Santo Antônio do Retiro
4. Mato Verde
5. Rio Pardo de Minas
6. Porteirinha
7. Serranópolis de Minas
8. Riacho dos Machados
9. Grão Mogol
10. Cristália
11. Botumirim
12. Itacambira
13. Guaraciama
14. Bocaiúva
15. Olhos D’Água
16. Buenópolis
17. Diamantina
18. São Gonçalo do Rio Preto
19. Couto de Magalhães de Minas
20. Gouveia
21. Datas
22. Serro
23. Santo Antônio do Itambé
24. Santana de Pirapama
25. Congonhas do Norte
26. Conceição do Mato Dentro
27. Santana do Riacho
28. Morro do Pilar
29. Jaboticatubas
30. Itambé do Mato Dentro
31. Nova União
32. Belo Horizonte
33. Sabará
34. Caeté
35. Barão de Cocais
36. Nova Lima
37. Santa Bárbara
38. Itabirito
39. Ouro Preto
40. Ouro Branco
Listagem Unidades Federativas
Minas Gerais - MG
QTD UCs que a trilha conecta
47
Listagem Unidades de Conservação
A Transespinhaço cruza 48 áreas protegidas, sendo 47 unidades de conservação e uma área de proteção especial:

UCs Federais
1. Área de Proteção Ambiental Federal Morro da Pedreira;
2. Parque Nacional da Serra da Gandarela;
3. Parque Nacional da Serra do Cipó;
4. Parque Nacional das Sempre Vivas.

UCs Estaduais
5. Área de Proteção Ambiental Estadual Sul RMBH;
6. Área de Proteção Ambiental Estadual Águas Vertentes;
7. Área de Proteção Ambiental Estadual Cachoeira das Andorinhas;
8. Floresta Estadual do Uaimii;
9. Monumento Natural Estadual da Serra da Piedade;
10. Monumento Natural Estadual de Itatiaia;
11. Monumento Natural Estadual Várzea do Lageado e Serra do Raio;
12. Parque Estadual da Serra do Cipó;
13. Parque Estadual de Botumirim;
14. Parque Estadual do Biribiri;
15. Parque Estadual de Grão Mogol;
16. Parque Estadual de Serra Nova e Talhado;
17. Parque Estadual do Itacolomi;
18. Parque Estadual do Pico do Itambé;
19. Parque Estadual do Rio Preto;
20. Parque Estadual Serra do Intendente;
21. Parque Estadual Serra do Ouro Branco;
22. Parque Florestal Estadual da Baleia.

UCs Municipais
23. Área de Proteção Ambiental Municipal Águas da Serra da Piedade;
24. Área de Proteção Ambiental Municipal Aliança;
25. Área de Proteção Ambiental Municipal Barão e Capivara;
26. Área de Proteção Ambiental Municipal da Serra Talhada;
27. Área de Proteção Ambiental Municipal do Descoberto;
28. Área de Proteção Ambiental Municipal Itacuru;
29. Área de Proteção Ambiental Municipal Rio Manso;
30. Área de Proteção Ambiental Municipal Serra de Minas;
31. Área de Proteção Ambiental Municipal Serra do Intendente;
32. Parque Natural Municipal Cachoeira das Andorinhas;
33. Parque Municipal das Mangabeiras;
34. Parque Natural Municipal do Tabuleiro.

RPPNs Estaduais
35. Reserva Particular do Patrimônio Natural Albert Scharle;
36. Reserva Particular do Patrimônio Natural AngloGold Ashanti-Cuiabá;
37. Reserva Particular do Patrimônio Natural Diadorim;
38. Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Campos de São Domingos;
39. Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Córrego Acima;
40. Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda do Arrenegado;
41. Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda do Capivary;
42. Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Nascer;
43. Reserva Particular do Patrimônio Natural Lua Branca;
44.Reserva Particular do Patrimônio Natural Luiz Carlos Jurovsk Tamassia;
45.Reserva Particular do Patrimônio Natural Quinta dos Cedros;
46.Reserva Particular do Patrimônio Natural Reserva da Serra da Piedade;
47. Reserva Particular do Patrimônio Natural Sítio Mata da Cruz.

Área de Proteção Especial Estadual
Definida para fins de preservação, conservação e valorização do patrimônio cultural, histórico e paisagístico. Declara como de preservação permanente as florestas e demais formas de vegetação natural nela incluídas (Decreto Estadual nº 21.224, de 25/02/1981).
48. Área de Proteção Especial Estadual Ouro Preto / Mariana.

Outros:

Endereço My Maps
https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1Z1eBljGPrJqRy3q3deyjuWAn61Szagc&usp=sharing
Endereço Wikiloc
Link do Google Drive
https://drive.google.com/drive/folders/1reS8v7jV0cG-xxeDkHtmhxtT7rDHbRba?usp=sharing

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