Em frente a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, R. Manoel Jorge, 199-293, – São José de Princesa, PB
Fim da Trilha
Praça Manoel Ferreira de Morais
Ponto Culminante
Mirante do Marinho - Comunidade quilombola do Livramento - Casa do vinho - Mirante do Cajueiro - Distrito de Patos de Irarê
Modal(is)
Caminhada, Bike, Rotas Peregrinas, Equestre
Biomas
Caatinga
Outros biomas
Significado e histórico da Pegada
A pegada simboliza a riqueza histórico e cultural dos sítios arqueológicos formados por cercas de pedras. De acordo com o IPHAN são aproximadamente 150 km de cercas de pedras existentes no município de São José de Princesa
Autor da Pegada
Rebelk Consultoria de turismo - Kléber Lima
Informe o nome da Trilha Regional ou Nacional que essa trilha se integra
Estruturação da Trilha
A trilha encontra-se 100% estruturada
Associação gestora da trilha
Conselho Municipal de Turismo - COMTUR
Atrativos da trilha:
Atrativos
Aspectos históricos , Cidades históricas, Eventos tradicionais, Experiências gastronômicas, Experiências rurais, Igarapés, Mirante, Museu, Observação astronômicas, Observação de aves, Observação de fauna, Pico
OBS: As informações solicitadas de contato são do responsável pela trilha e também os contatos corporativos da própria trilha.
Nome do contato principal
Kléber de Lima Francisco
Telefone do contato principal
83998041218
Endereço de e-mail do contato principal
rebelkconsultoriadeturismo@gmail.com
Site
Email corporativo da trilha
Endereço
Outros Contatos
Kleber Lima - Guia de Turismo: 83 9 98
Professor Orlando - Condutor local : 83 9 9648 7844
Damiaozinho - condutor local: 83 9 9997 2065
Descrições da trilha:
Descrição da Trilha
Entre serras ancestrais, comunidades quilombolas, cercas de pedra centenárias e vivências rurais autênticas. Este circuito convida você a explorar a essência do Sertão por meio de um roteiro circular multi modal que une cultura, natureza e resistência.
Informações Gerais
Caminhos e Memórias das Pedras: uma jornada pelas raízes de São José de Princesa (PB)
• Memória em rochas: caminhe por trechos de cercas e estradas de pedra construídas manualmente desde o século XVII, um testemunho histórico da formação da região.
• Imersão Quilombola: na Comunidade Livramento, conheça a tradição das tranças Nagô, que funcionavam como mapas e códigos de resistência ancestral.
• Rastro do Cangaço: visite o Distrito Patos de Irerê, conhecido como pouso seguro de Lampião e Maria Bonita.
• Sentidos do Sertão: sinta o aroma do café moído na hora, saboreie vinhos artesanais e desfrute da culinária regional em paradas como o Mirante do Marinho e o Vale do Piancozinho.
Uma vivência planejada de forma colaborativa para conectar visitantes e comunidade através do tempo.
Como Chegar
Histórico
O roteiro oficial do circuito começa no centro urbano, com city tour pela Capela de Nossa Senhora da Conceição e pelo Museu Quinzim Bezerra, onde fotografias, documentos e objetos narram o processo de ocupação, a influência portuguesa e o papel das famílias sertanejas na formação do município.
De lá, segue para o Mirante do Marinho, a mais de mil metros de altitude. O grande lajedo de pedra funciona como varanda natural para o sertão, com vento constante, clima ameno e uma vista que alcança comunidades como Patos de Irerê, Mata, Bandeira e Saco dos Caçulas.
A rota seguiu pela Comunidade Quilombola do Livramento, onde a recepção inclui tranças, visita à igreja local e apresentações de coco de roda – tradição resgatada a partir de 2003 e hoje símbolo da resistência cultural afrodescendente na região.
A sequência de paradas rurais incluiu ainda a Casa do Vinho, com vinhos artesanais de frutas como umbu e cajá, o Café do Brejo, com visita ao cafezal e explicação de todo o processo de produção, e o Restaurante do Mestrinho, no Sítio Cajueiro, onde onde a culinária é servida com a autenticidade que caracteriza a região. No cardápio, pratos tradicionais como galinha de capoeira, arroz vermelho e carne de porco se juntam a um dos elementos mais simbólicos da gastronomia local: o feijão andu. Resgatado como patrimônio alimentar do município, o andu faz parte da memória afetiva das famílias sertanejas e teve sua importância eternizada na voz de Luiz Gonzaga — o que reforça ainda mais seu valor cultural e histórico.
Ao avançar pelos Caminhos e Memórias das Pedras, o visitante encontra casarões que preservam elementos arquitetônicos característicos da região. Entre esses elementos, destaca-se a presença de símbolos judaicos entalhados em portas e marcos de residência, vestígios de encontros culturais que a própria serra protegida manteve vivos. Esses sinais discretos revelam um território moldado por influências diversas, onde cada pedra, cada ornamento e cada detalhe arquitetônico ajuda a contar uma história maior do que parece.
À tarde, o circuito avançou para o Vale do Piancozinho, área agrícola de solo fértil e casario antigo, e chega ao distrito histórico de Patos de Irerê, marcado pelos episódios da Revolta de 1930. Lá, o grupo visita a Capela de São Sebastião e a Casa do Coronel Marcolino, espaços que preservam marcas de conflitos, sepultamentos históricos e lendas – como a passagem de Lampião, que teria se sentado à mesa com o coronel.
De volta à zona urbana, com uma apresentação cultural marcada pela identidade profunda do Sertão. Um grupo trajado em vestes de cangaço — gibões de couro, chapéus estilizados e adereços tradicionais — tomou o espaço com dança, música e pequenas dramatizações inspiradas nas narrativas cangaceiras. Tais atos exaltaram a ancestralidade e o imaginário popular que moldam a região. O encerramento foi marcado por uma recepção cultural e musical na Casa de Taipa.
Curiosidades
Comunidade quilombola do Livramento: dança, memória e políticas públicas
Situada na divisa entre Paraíba e Pernambuco, no Planalto da Borborema, a Comunidade Quilombola do Livramento é um dos pontos altos do roteiro. Além da importância simbólica – as antigas cercas e estradas de pedra foram erguidas por pessoas escravizadas –, o quilombo se tornou referência em preservação de saberes ancestrais.
Patos de Irerê: núcleo histórico do sertão
O interlocutor e condutor de turismo, José Orlando, também contextualizou a origem do nome do povoado. Ele explicou que a região era habitat de diversas espécies de patos, mas havia uma em abundância — o irerê — o que originou o nome “Patos de Irerê”. Explicou que, além da fauna, o território carrega um passado intenso.
Turismo de base comunitária e articulação regional
O desenho do circuito é resultado de um trabalho de articulação que envolve prefeitura, iniciativa privada, governo estadual e a Instância de Governança Regional (IGR) da Serra do Teixeira.
Slogan da trilha
Circuito Turístico Caminhos e Memórias das Pedras
Link do vídeo institucional
Informe a frequência que é realizado o manejo na trilha
Uma vez por mês
Informe se existe um Sistema de Gestão de Segurança implementado
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