Trilhas cadastradas

Informações gerais:

Nome da Trilha
Caminhos do Opará
Tipo da Trilha
Trilha Regional
Início da Trilha
Fazenda Mundo Novo e Vale dos Mestres, no município de Canindé de São Francisco - SE.
Fim da Trilha
Território quilombola Santa Cruz e Cabeço, município de Brejo Grande - SE
Ponto Culminante
Modal(is)
Caminhada, Bike, Aquático
Biomas
Caatinga, Mata Atlântica
Outros biomas
Significado e histórico da Pegada
Ainda não tem a pegada.
Autor da Pegada
Informe o nome da Trilha Regional ou Nacional que essa trilha se integra
Trilha dos Cânions do São Francisco
Estruturação da Trilha
Na fazenda Mundo Novo e no Vale dos Mestres, as trilhas estão estruturadas com sinalização rústica e pórtico de entrada. Em todo o restante da trilha a estruturação não foi iniciada.
Associação gestora da trilha
CENTRO DA TERRRA - Grupo Espeleológico de Sergipe

Atrativos da trilha:

Atrativos
Aspectos históricos , Banho, Cachoeira, Cânions, Cidades históricas, Eventos tradicionais, Experiências gastronômicas, Experiências rurais, Gruta, Mirante, Museu, Observação astronômicas, Observação de aves, Observação de fauna, Pico, Praia
Outros Atrativos

Ficha técnica:

Distância planejada (km)
500 km
Distância Implementada (km)
2 km
Duração (dias)
+ 10
Altitude Máxima (m)
Altimetria Positiva (m)
Altimetria Negativa (m)

Mídias sociais:

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Instagram
https://www.instagram.com/centrodaterrase
Youtube
https://www.youtube.com/@centrodaterrase
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Aplicativos
Outras Mídias Sociais

Contatos:

OBS: As informações solicitadas de contato são do responsável pela trilha e também os contatos corporativos da própria trilha.

Nome do contato principal
Elias José da Silva
Telefone do contato principal
(79)99993 6842
Endereço de e-mail do contato principal
eliasjdasilva@yahoo.com.br
Site
Email corporativo da trilha
centrodaterrase@gmail.com
Endereço
Outros Contatos

Descrições da trilha:

Descrição da Trilha
O projeto de criação da trilha pretende resultar numa trilha margeando o Baixo São Francisco, interligando trilhas já existentes em municípios sergipanos ribeirinhos. Partindo do Monumento Natural do Rio São Francisco está inicialmente estruturada em Canindé de São Francisco, compreendendo as trilhas da Fazenda Mundo Novo e do Vale dos Mestres, mas pretende incluir a trilha da Cachoeira do Lajedão, trilha do Morro da Loucura, trilha do Colete, trilha do Cangaço, todas em Canindé, e continuar passando pelo Monumento Natural da Grota do Angico, Unidade de Conservação estadual de grande valor ambiental e histórico-cultural, por ter sido o local de emboscada e morte de Lampião e seu bando. A trilha continuará unindo diversas outras trilhas em municípios com riqueza ambiental e cultural, comunidades indígenas, quilombolas, sítios arqueológicos e paleontológicos, até chegar na foz do São Francisco, finalizando na Reserva Biológica de Santa Isabel.
Informações Gerais
Como Chegar
Histórico
O termo “Opará” é um nome indígena de grande valor simbólico e histórico associado ao Rio São Francisco.

A palavra Opará tem origem em línguas do tronco tupi e, de forma geral, é interpretada como “Rio-mar” ou “Rio grande como o mar”. Essa denominação reflete a percepção indígena da grandiosidade do São Francisco — um rio tão extenso e volumoso que se assemelha ao mar.

Diversos povos indígenas que habitavam as margens do rio antes e durante o período colonial utilizavam ou reconheciam o nome Opará, especialmente grupos de matriz tupi e outros povos do Nordeste. Entre eles:

Tupinambá – presentes em trechos do baixo e médio São Francisco
Caeté – litoral nordestino, com influência cultural sobre o interior
Kariri – diversos subgrupos no sertão nordestino
Tuxá – tradicionalmente ligados diretamente ao rio
Xocó – região de Sergipe, às margens do rio

É importante observar que nem todos esses povos falavam tupi, mas o termo Opará se difundiu como uma designação ampla, inclusive por contato interétnico. O nome foi sendo substituído por “São Francisco” após a colonização portuguesa, em referência ao santo católico.

“Opará” não é apenas um nome geográfico — é uma expressão da relação cosmológica e territorial dos povos indígenas com o rio, reconhecendo-o como um eixo de vida, mobilidade e espiritualidade. Para vários povos originários, o Rio São Francisco (Opará) não é apenas um curso d’água, mas um ente vivo, estruturante do território, da memória e de crenças espirituais.

Entre povos como os Tuxá, Xocó e grupos Kariri:

O rio é entendido como origem da vida — humana, animal e vegetal.
Funciona como eixo cosmológico: conecta mundo físico e espiritual.
Suas águas têm caráter sagrado e purificador, sendo usadas em rituais.
Há a ideia de que o rio possui “dono” ou espírito guardião, exigindo respeito.

Em muitas narrativas tradicionais, o Opará não é apenas cenário — ele age, responde e reage às ações humanas.
Curiosidades
Slogan da trilha
Link do vídeo institucional
Informe a frequência que é realizado o manejo na trilha
Foi realizado apenas uma vez
Informe se existe um Sistema de Gestão de Segurança implementado
Não

Territórios:

QTD de municípios que a trilha interliga
14
Listagem municípios
Propriá, Neópolis, Santana do São Francisco, Gararu, Poço Redondo, Nossa Sra. de Lourdes, Brejo Grande, Ilha das Flores, Pacatuba, Japoatã, Telha, Porto da Folha, Canhoba, Amparo de São Francisco.
Listagem Unidades Federativas
Sergipe - SE
QTD UCs que a trilha conecta
4
Listagem Unidades de Conservação
Monumento Natural do Rio São Francisco; Monumento Natural da Grota do Angico; Área de Proteção Ambiental (APA) do Litoral Norte; Reserva Biológica de Santa Isabel.

Outros:

Endereço My Maps
Endereço Wikiloc
Link do Google Drive

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Hospedagem: apoio Onlink

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